quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

a flor que você me deu;


O céu me cobria com suas nuvens enquanto eu olhava a tarde passar. O contraste do verde com vermelho da flor que eu segurava refletia em meus olhos amor e ansiedade. Pude sentir um gosto de paixão. O bilhete cor de beje que a acompanhava agora estava no meu bolso. O tic-tac de meu relógio só fazia prolongar as horas sem você e como num paradoxo, também o encurtava. Fevereiro estava se esgotando, mas eu não parecia me importar. Olhar para aquela flor que você me deu, me proporcionava uma felicidade boba e intensa. Insana. Eu te amo. Só consigo pensar nisso.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

prefiro assim


E daí pra frente eu senti medo. Medo de não ter mais você comigo algum dia, sei lá. Nunca havia sentido isso antes, tão intensa e dolorosamente. Às vezes acho que isso é loucura, que virou obsessão. E talvez seja mesmo. Não que eu me importe. Talvez isso passe, esse incomodo não me volte. Amanhã depois do café, quem sabe? Acho que não. Como se gostar de você tivesse esse sentimento de posseção, de medo, esse atordoamento incluso. E por incrível que pareça: Eu não quero que passe. Prefiro isso a não te amar. Gostar de você me dá prazer. Me proporciona o que eu nunca havia sentido antes. Tão bom e caloroso, que ao teu lado pode estar caindo o mundo que eu não me importo se morrer com você. Não te ter é meu pior castigo, pior que o esquecimento.



Gosto tanto de ti.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

meu astro rei



Quando olhei pela janela pude entender o que você havia me dito. Eu nunca tinha olhado realmente para o céu. Nunca tinha realmente visto o brilho do Sol nas folhas das mangueiras. Agora tudo é diferente. Com um toque de brilho a mais em tudo que existe. É como se eu nunca tivesse visto o Sol antes. Agora eu tenho um só pra mim. Acho que me apaixonei perdidamente por você.