segunda-feira, 3 de maio de 2010

de minha natureza;


Gargalhando te segurei pelos punhos, correndo numa direção incerta. O Sol escondido entre os flamboyants de cores variadas. Maio chegava e nós nem percebiamos há quanto tempo estavamos mergulhados naquele amor intenso. Meus pensamentos se embaralhando com os seus. E então parei; ofegante. Sem dizer nada, me aproximei de seu rosto, não tirando meus olhos dos teus.

-Eu te amo. - Vi a imensidão do significado daquela frase quando você a pronunciou.

Apenas sorri.

Não era mais possível me imaginar sem você dali em diante. Te abracei num beijo e senti a famosa sensação de borboletas no estômago que nenhum outro alguém conseguira me provocar. A brisa da tarde tocando minha nuca. Essa minha necessidade de te amar; Esse meu jeito de te ver.